Esse tipo de comportamento não é recente,
mas só foi classificado e descrito pela primeira vez na
década de 80, pelo psiquiatra infantil
norte-americano Richard Gardner.
Segundo ele, a alienação parental
“resulta da combinação entre a programação
(lavagem cerebral)
feita pela doutrinação de um progenitor com a
própria contribuição da criança em vilipendiar
o progenitor alienado”.
O alienador modifica as percepções de seus filhos
por diversos meios com o único objetivo de dificultar,
impedir e romper o vínculo com o outro progenitor.
A criança passa a vê-lo sob a ótica do progenitor
alienador. A raiva, o ódio e o desprezo
tornam-se atônica da relação entre ambos.
Em mais de 92% dos casos de separação,
a guarda das crianças é de responsabilidade da mãe.
Assim, por conta dessas estatísticas,
é comum encontrar em diversas literaturas
a referência da figura materna como alienadora.
Mas, é importante salientar que também são comuns
os casos onde o pai exerce o papel de alienador.
hoje muitas mulheres passam pelo mesmo problema.
Além disso, acredito no amor que todo genitor
tem pelo seu filho, seja ele pai ou mãe,
creio que os alienadores muitas vezes
não têm idéia do que estão fazendo,
eles transmitem a decepção,
o desprezo e a raiva que sentem por seus
antigos parceiros para seus filhos.
Muitas pessoas não conseguem lidar com a
separação,
pois ela gera muita dor e sofrimento,
mas por mais
difícil que ela seja, poupar a criança é fundamental.
Laços entre homens e mulheres são eternos enquanto duram,
mas entre pais e filhos devem ser inquebrantáveis,
ninguém tem o direito de querer mudar isso.
Infelizmente nem sempre é o que acontece,
pois são muitas as pessoas que usam seus filhos
como arma de vingança contra seus ex-conjuges,
elas matam a imagem do antigo parceiro,
destroem tudo que for referente a ele,
querem esquecer que o tiveram em suas vidas,
deixá-lo para trás.
A grande pergunta é : E o filho,como fica?
Como essas pessoas podem querer que esse filho faça
o mesmo? Perder um pai ou uma mãe quando eles
realmente morrem é trágico,
deixa muita dor na criança,
agora imaginem matar um dos progenitores em vida?
Matar a imagem daquela pessoa que por instinto natural
deveria ser uma referencia?
Não é justo! Não é amor!
Mata a criança também,
pois rouba dela um laço que deveria ser eterno,
sem limitações e sem culpas.
E o filme “A MORTE INVENTADA - alienação parental”
Um filme de Alan Minas
aborda esse assunto de como os filhos são usados
como instrumento de vingança. Muito Bacana
divulguem e ajudem,
pois acreditem,.... todos os envolvidos nessa situação
precisam de ajuda,e esse
documentário longa-metragem “A Morte Inventada” (2009),
do diretor Alan Minas é da Caraminhola Produções,
ficará em cartaz no Rio de Janeiro,
no Cine Glória entre os dias 05 a 11 de Junho no horário
das 18:00h, não haverá sessão na Segunda-feira,
08 de junho.
Valeu meninas!!